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Entre os diversos cuidados que os investidores devem ter com as mudas de Mogno Africano está a nutrição do solo. Inicialmente, é fundamental coletar amostras e analisar os dados para que, em seguida, seja feita a inserção equilibrada dos nutrientes necessários ao plantio.

De acordo com o sócio-proprietário da Mudas Nobres, Canrobert Tormin Borges, o Mogno Africano exige cálcio, magnésio, fósforo e potássio. Conforme pesquisas realizadas em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG), o adubo orgânico também é essencial para o desenvolvimento do Mogno Africano.

“É necessário trabalhar com a calagem, elevando os níveis de cálcio e magnésio em toda a área, para dar uma condição inicial boa para o Mogno Africano. Seu sistema radicular não tolera acidez, não tolera o alumínio tóxico. Partindo de uma boa calagem, vamos dar as condições ideais para a cultura se desenvolver rapidamente. Dentro da parte de nutrição, de macro e micro nutrientes, o uso de fósforo e potássio é bem interessante, a cultura é bastante exigente em níveis de fósforo e potássio. Nem tanto em nitrogênio, a resposta não é tão grande”, explica Canrobert.

Com a correção adequada do solo, as florestas terão melhores condições de se desenvolver e enfrentar as diferentes estações do ano, como o inverno e a seca. A Mudas Nobres disponibiliza assistência técnica para auxiliar todos os investidores a obterem resultados excepcionais e o retorno financeiro esperado.