Mogno Africano: Orçamento para começar

Investir em Mogno Africano é sempre muito rentável. Mas você ainda não tem ideia de quanto custará para implantar suas florestas? Pois aqui estão os principais fatores para iniciar seu orçamento:

  • Topografia
  • Temperatura da sua região
  • Análises de solo (de 0 a 20 centímetros e de 20 a 40 centímetros de profundidade)

Com a análise física e química do seu solo, junto com o cálculo dos valores de mão-de-obra e maquinário, nós conseguimos produzir um orçamento mais realista possível do quanto você precisa para investir em Mogno Africano.

“Observamos as diferenças pontuais de cada região, o custo de mão-de-obra, se o serviço será terceirizado com a locação de máquina ou se o investidor já possui o maquinário, se a topografia é muito acidentada, entre outros. De toda forma, podemos definir os custos. De posse de todos esses dados, nós temos condição de fazer uma aproximação mais realista de cada caso para fazer o orçamento”, explica o sócio-proprietário da Mudas Nobres, Canrobert Tormin Borges.

https://youtu.be/m0mbUVL3f14

Balanço 2018 e Expectativas para 2019

Balanço 2018 e Expectativas para 2019

A Mudas Nobres trabalhou muito este ano para que o investimento e o cultivo de Mogno Africano fossem ampliados e consolidados no Brasil.

Em 2019, pretendemos trabalhar ainda mais para elevar o número de árvores de reflorestamento, com a melhor rentabilidade do mercado! 

Preparamos um vídeo especial para nossos investidores, clientes, parceiros e colaboradores com um balanço de 2018 e quais as nossas expectativas para 2019. Desejamos a todos um Feliz Natal e um próspero Ano Novo.

Mogno Africano: Assistência Técnica

Com o objetivo de auxiliar os diversos investidores de Mogno Africano espalhados pelo Brasil, a Mudas Nobres realiza o trabalho de assistência técnica. Para isso, é necessário que os produtores rurais documentem todo o processo de cultivo, desde a análise de solo, antes de fazer o plantio, até as altas florestas.

Entre os especialistas que prestam assistência técnica está o sócio-proprietário da Mudas Nobres, Canrobert Tormin Borges. O trabalho é feito, muitas vezes, de forma remota, principalmente se a lavoura estiver localizada em outros estados e se for alguma necessidade urgente.

“Para facilitar esse processo de resolução de problemas remotamente, por telefone ou vídeo, nós sugerimos que os investidores documentem passo a passo da sua lavoura. […] É preciso criar o histórico da floresta, tirar fotos, filmar, caso apareça algum problema, algum inseto que você ache que esteja causando dano”, explica.

Desta forma, para detectar qualquer novidade nas florestas de Mogno Africano, o investidor precisa observar constantemente o desenvolvimento das árvores. Documentar a evolução do seu investimento, também auxilia na implantação do Inventário Florestal.

“A criação desse histórico facilita a produção de um retrospecto e um prognóstico futuro do que está acontecendo junto ao Inventário Florestal, que vocês vão criar um histórico de desenvolvimento fitossanitário, desenvolvimento das plantas no decorrer do cultivo”, afirma Canrobert Borges.

Mogno Africano: Inventário Florestal

Uma ferramenta bastante usada para mensurar a rentabilidade do investimento em Mogno Africano e acompanhar a evolução das florestas é o Inventário Florestal. Para realizar esse procedimento, o investidor precisa selecionar um determinado número de árvores de Mogno Africano, a partir do terceiro ou quarto ano de plantio, para realização de uma série histórica, com verificação anual do desenvolvimento vertical e horizontal, ou seja, o quanto cada árvore cresceu e engrossou.

De acordo com o sócio-proprietário da Mudas Nobres, Canrobert Tormin Borges, é normal que as árvores de Mogno Africano diminuam o ritmo de crescimento a partir do terceiro ou quarto ano de plantio. Neste caso, o investidor deve fazer o raleamento para auxiliar que a planta volte a se desenvolver.

“Quando elas começam a diminuir o ritmo de crescimento em volume de madeira, nota-se que está havendo uma contenção entre as árvores. Quando é feito o raleamento, as árvores voltam a crescer no sentido horizontal, ou seja, voltam a engrossar. O Inventário Florestal também fornece uma estimativa atualizada em qualidade de madeira que o investidor tem, uma espécie de projeção de ganhos futuros”, explica Canrobert Tormin.

Portanto, a série histórica é feita sempre com as mesmas árvores de Mogno Africano, todos os anos, até a data do corte. O Inventário Florestal é a ferramenta mais eficaz para auxiliar o investidor na tomada de decisões sobre qual o momento mais adequado de fazer o raleamento e, assim, conduzir seu investimento da forma que trará mais rentabilidade, com madeiras de boa qualidade.

Mogno Africano: Condução e Desrama

Durante o cultivo de Mogno Africano, é importante que os investidores fiquem atentos à necessidade de fazer a condução e a desrama das florestas. Apesar de a espécie khaya senegalensis utilizar pouco esses serviços, é uma característica que pode aparecer nas plantações até o terceiro ou quarto ano de idade, quando o mogno africano abre a copa.

“Isso se dá normalmente entre oito e dez metros de altura, que é um crescimento normal. Estimamos que cerca de 5% das árvores que sofreram algum dano, como ataque de praga, de formiga, vento forte, pode ter desrama ou uma brotação lateral, que precisa ser retirada”, afirma o sócio-proprietário da Mudas Nobres, Canrobert Tormin Borges.

Desta forma, quando necessário, a desrama deve ser feita uma ou duas vezes por ano e preferencialmente no período de seca. O ideal é que esse corte seja feito com tesoura e não com serrote. Após o corte, é importante prevenir a árvore de pragas e doenças.

Neste sentido, é importante cortar o broto que nasceu na lateral, por exemplo, e depois pincelar algum produto, como tinta, para evitar a entrada de pragas e doenças. Quando o galho está um pouco mais grosso, o corte deve ser feito há dez centímetros do tronco.

Posteriormente deverá ser retirado o que ficou, com um corte rente ao tronco para não perigo de o galho pender e descascar a árvore. Neste caso, também é importante passar algum produto, ou até tinta, para evitar a entrada de pragas e doenças oportunistas no local da ferida.

Outro cuidado fundamental durante o processo da desrama é eliminar tudo que foi retirado, como galhos, para que os restos não sirvam de ninho ou inóculo para novas pragas que, eventualmente, atacam as florestas.

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