Entenda a diferença entre as mudas de Mogno Africano

Entenda a diferença entre as mudas de Mogno Africano

O investimento em Mogno Africano exigem atenção na hora de escolher a muda a ser plantada. A Mudas Nobres trabalha com três tipos de mudas, que produzem resultados diferentes.

As Mudas Seminais são de origem de sementes e as mais utilizadas pela grande maioria dos viveiros brasileiros.

Trabalhamos também com Mudas Clonais que são divididas em duas categorias, sendo uma exclusiva da empresa. As Mudas Clonais por miniestaquia são oriundas de um processo semelhante ao que é utilizado em viveiros de Eucalipto. Desta forma, o jardim clonal gera miniestacas, que produzem novas mudas a serem plantadas.

Além disso, a Mudas Nobres desenvolveu as Mudas Clonais por enxertia, que apresentam resultados excelentes em campo. Para este modelo, um cavalo, também chamado de porta-enxerto, oriundo de uma semente, tem seu propágulo enxertado com clones selecionados. Desta forma, a produção do Mogno Africano passa a ser mais assertiva e a expectativa do investidor mais correspondida.

Mudas Nobres participa de workshop sobre cadeia produtiva florestal, em Goiânia

Mudas Nobres participa de workshop sobre cadeia produtiva florestal, em Goiânia

O 3º Workshop “O Negócio da Cadeia Produtiva Florestal em Goiás” terá como tema o Mogno Africano e será realizado nesta quinta-feira (05/07), na sede da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), em Goiânia.

Especialista em Mogno Africano, a Mudas Nobres participará do evento coordenando um grupo de discussão sobre os “Problemas e Eventuais Soluções da Cadeia Produtiva”, liderado pelo sócio-diretor da empresa, Canrobert Tormin Borges.

canrobert tormin borges mogno africanoCanrobert Tormin Borges é um dos engenheiros agrônomos da Mudas Nobres, que está diretamente envolvido na produção de mudas e assistência técnica. Tormin é expert no manejo do plantio de Mogno Africano e pioneiro na propagação da espécie em escala comercial no Brasil. {nomultithumb}

A terceira edição do workshop, que será iniciado às 14h, encerra uma série de eventos que tratam sobre a cadeia produtiva de floresta plantada em Goiás. Os temas já trabalhados foram Eucalipto e Seringueiras.

O evento é realizado pelo Sebrae em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Fieg, Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg-Senar), Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Goiás (SED), Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Goiás (Acieg), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e Associação dos Produtores de Borracha Natural dos Estados de Goiás e Tocantins (Abrop-GO/TO).

workshop cadeia produtiva florestal mogno africano

Mogno Africano: Clima

Mogno Africano: Clima

O Mogno Africano tem origem na áfrica equatorial e entrou no Brasil através da EMBRAPA de Belém. A Mudas Nobres foi a primeira empresa com produção comercial de mudas de Mogno Africano, ajudou a difundir o Mogno Africano para o restante do país e tem profundo conhecimento sobre a adaptabilidade da espécie nas diversas regiões do Brasil.

Qual é a condição climática mais propícia ao desenvolvimento do Mogno africano?

Como lidar com o período de geada em regiões frias?

Qual é a espécie recomendada para cada índice pluviométrico?

Mogno Africano: Solo e Topografia

Mogno Africano: Solo e Topografia

Neste vídeo você poderá saber quais características deve levar em consideração ao escolher o solo e terreno ideais para o plantio de Mogno Africano.

Entre em contato com a Mudas Nobres para Assessoria desde a escolha da terra ideal até os últimos estágios do seu investimento.

Mogno africano: linhas de crédito e custo do investimento

Mogno africano: linhas de crédito e custo do investimento

Todo investidor inicia o processo de investimento pesquisando profundamente o negócio de cultivo de Mogno Africano. Um dos fatores decisivos é o custo do investimento até o final dos 15 anos de plantio.

Para ajudar nesta etapa, produzimos uma planilha de investimento em Mogno Africano, que mostra o custo por hectare para o plantio e manejo da espécie.

No primeiro ano é necessário investir em torno de R$ 6 mil. No segundo, o valor já

Alcança R$ 50 mil, e até o final do plantio o custo total por hectare pode ter somado até

R$ 130 mil. É importante ressaltar que quanto maior a área plantada menor o custo por hectare, pois o produtor pode conseguir preços melhores nos insumos, serviços e maquinário necessários para conduzir o cultivo em maior escala.

Para viabilizar o investimento ou para que o investidor não tenha que dispor de seu capital diretamente, existem linhas de crédito disponíveis como: ABC, FCO ou FNO.

Conheça, no vídeo abaixo, um pouco sobre essas linhas de crédito e os requisitos para o ABC, disponibilizado em todo o Brasil.