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Você sabe como o mogno africano chegou ao Brasil?

Esta história começou há cerca de 36 anos, quando um pesquisador da Embrapa, o senhor Ítalo Cláudio Falesi, trouxe a espécie ao Brasil e plantou as primeiras 5 mudas em nossas terras.

Alguns anos mais tarde, Hiroshi Okajima, proprietário rural, iniciou o primeiro plantio comercial por aqui e despertou o interesse de outros produtores.

A pesquisa e desenvolvimento do mogno africano tiveram constante estímulo de Norton Amador Costa, ex-pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental. Norton também é produtor de mogno africano há 14 anos.

Juntos fizeram história com Mogno Africano no Brasil. Eles possibilitaram que uma madeira tão nobre pudesse se desenvolver aqui beneficiando tanto produtores quanto o mercado mundial de madeira.

Durante o II Workshop Brasileiro de Mogno Africano eles foram homenageados pela Mudas Nobres e apresentados aos participantes.

Ítalo Claudio Falesi. Pesquisador aposentado da Embrapa Amazônia Oriental, professor universitário, introdutor no Mogno Africano no Brasil. Plantou as primeiras 05 mudas, hoje com 36 anos as arvores estão na Embrapa em Belém do Para. Produtor e plantador de mogno no estado do Para há 16 anos.
italo falesi

Hiroshi Okajima. Produtor rural, proprietário do primeiro plantio comercial do mogno Africano no Brasil, hoje com 18 anos de idade. Fez a primeira venda em escala comercial do pais.
okajima

 

Norton Amador Costa. Ex-pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental, estimula e apoia as pesquisas sobre a espécie. Planta Mogno Africano há 14 anos.
norton-costa

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